Aquecendo corações e estômagos

Vivemos em país continental com mais de 8 mil quilômetros quadrados, aproximadamente 210 milhões de habitantes e infelizmente com 30 milhoes de subnutridos e 7 milhões de habitantes que passam fome. Tristes números.

De onde quer que você esteja é possível obsservar que há pessoas vivendo nas ruas. Se você não as vê nas ruas por onde passa, mas lê jornais, deve saber inclusive que a chamada “população de rua” tem aumentado nos últimos anos nas grandes cidades. O que você talvez não veja, como eu também não via é que existe um outro contingente de pessoas que voluntariamente, doam comida, água, artigos de higiene, roupas e cobertores mas, acima de tudo, doam seu tempo e dedicam um pouco de atenção e amor àqueles que estão “em situação de rua” pelos mais diversos motivos. Eles só agradecem e humildemente recebem esse apoio com dignidade e respeito. Felizmente, estes grupos são muitos. O que indica que cada vez mais pessoas estão prestando atenção à realidade alheia e ajudando como podem.

Participamos de um grupo de voluntários que sai 2 vezes por mês para entregar quentinhas à moradores de rua do Centro do Rio de Janeiro. Funciona assim: a divulgação é feita entre amigos e nas missas de domingo da Paróquia Santo Agostinho. Voluntários fazem a comida, entregam as quentinhas no local, dia e hora marcados para outros voluntários que saem em caravana para a distribuição de macarrão com salsicha, água, biscoitos, artigos de higiene e o mais importante: muito carinho.

A cada edição, em números aproximados, 300 quentinhas feitas por 30 voluntários são distribuídas por outros 15 voluntários que vão em seus carros fazer a entrega. O mais bonito, porém, ainda está por vir: Encanta perceber que não é um movimento único. Existem muitos outros grupos como este, que fazem e distribuem quentinhas de feijão com arroz, sopa, sanduíches, … e todos tem em comum a disposição de ajudar ao próximo. Todos são formados por pessoas que fazem o bem.

E é isso que fica: a corrente do bem que se forma para ajudar aos mais necessitados, um verdadeiro ato de amor.

Porque o amor é assim: serve ao próximo sem esperar nada em troca.

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